Museu do Amanhã leva prêmio pela capacidade de influenciar positivamente a sociedade

Pela segunda vez, instituição carioca vence LCD Awards, considerado o “Oscar dos Museus”

Museu do Amanhã é reconhecido com mais um prêmio mundial, desta vez na categoria ‘Soft Power’ (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

O Museu do Amanhã conquistou, na última sexta-feira (28), em Londres, o Leading Culture Destinations Awards 2018 – LCD Awards, prêmio britânico considerado o “Oscar dos Museus”. Desta vez, o museu carioca, que virou ícone cultural do Brasil no exterior, foi o destaque da categoria “Melhor Organização Cultural do Ano para promoção de ‘Soft Power'”. Em 2016, o Museu do Amanhã já havia sido reconhecido como o “Melhor Novo Museu do Ano das Américas e Caribe”. Mas desta vez figurou em categoria ainda mais ampla, superando concorrentes de peso como o Louvre de Abu Dhabi e o Museu de Vancouver.

O LCD Awards é o maior prêmio internacional concedido a instituições, organizações artísticas e cidades que se tornaram destinos culturais. Entre outros fatores de reconhecimento, o LCD Awards destaca o modelo de gestão do Museu do Amanhã, sob responsabilidade do IDG (Instituto de Desenvolvimento e Gestão), como exemplo nacional de gestão e autofinanciamento, enfatizando o caráter inovador do projeto, que é uma iniciativa da Prefeitura, concebida em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, tendo o Banco Santander como patrocinador máster.

‘Soft Power’ é uma expressão usada na teoria das relações internacionais para descrever a habilidade para influenciar indiretamente o comportamento ou interesses de outros por meios culturais ou ideológicos, como a gastronomia para França e Itália, e o cinema para os EUA, por exemplo. O termo foi usado pela primeira vez pelo professor de Harvard Joseph Nye, no final dos anos 1980.

Sobre o IDG

O IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão, por sua vez, é uma organização sem fins lucrativos especializada em gerir centros culturais públicos e programas ambientais. Responde atualmente pela gestão do Paço do Frevo, no Recife, o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, além de atuar como como gestor operacional do Fundo da Mata Atlântica. Saiba mais em www.idg.org.br